A poucos passos do abandono do barco que havia sido lar por infindáveis dias e sobressaltadas noites, chega as gentes dos Açores a Viana. Ali se instalaram, ali foram acolhidos e ali fácil se diluíram, com seus hábitos e costumes, numa comunidade secular que passados 200 anos não tem sequer conhecimento da palavra “colonização”. Ali tão só se diz “nós, de Viana”

Remembrança

Mas, que arte cabe numa cidade?

O projeto que proponho centra-se em dois aspetos: o primeiro, desenvolvido à distância (nos Açores), com referência à cidade a ser visitada, mas ainda não vivenciada. Nesta fase procuro compreender a viagem das primeiras famílias açorianas que foram enviadas pela coroa de Portugal, em particular os poucos mais de 50 casais que terão sido desviados para povoar Espírito Santo, mais especificamente para Viana. As expetativas e sonhos como também o que levaram de material e de vivências, incindido nos aspetos culturais e religiosos são abordagens determinantes do projeto, mesmo se outras configurações poderão ser incluídas no processo, como a parecença e diálogo com outras culturas, principalmente as indígenas.
Além desta viagem ao passado (com base em dados resultantes de pesquisa na internet, literatura, entrevistas e outras fontes), também procuro atualizar a lembrança dos Açorianos ou descendentes destes em Viana, a partir de um fluxo de imagem atuais que de certa forma definem a essência e/ou condição do açoriano aventuroso e global, com natural enfoque no seu desbravar por terras do Brasil. Nina Medeiros.Açores/Portugal . Viana /Brasil 2012
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